3 Dicas Para Realizar seus Sonhos - Matéria Especial
Postado por Carol Capel, no dia 10 February 2015
Ultimamente tenho pensado muito nas milhares de perguntas que recebo dos meus leitores e a maioria delas fala sobre como conseguir realizar um sonho, sonho este no caso de viajar para a Disney. 



Resolvi reunir algumas dicas aqui, que funcionaram comigo, para poder ajudar vocês a realizarem os sonhos de vocês também! 

1- Elimine a dependência!

Se você quer muito conseguir alguma coisa, vá atrás de seus sonhos. Não fique dependendo de outras pessoas. As vezes o sonho das outras pessoas é diferente dos seus sonhos e elas não irão se engajar no seu projeto pessoal com você. Então, seja lá qual for seu sonho, persiga ele, mesmo que sozinho. Pois quando você realizar, a satisfação será ainda maior. 

2 – Elimine o Medo

A palavra em inglês FEAR (medo) tem um significado muito particular que eu adoro:

F – False
E – Evidence
A – Appearing
R – Real

Ou seja: Evidencia falsa parecendo verdade!

O que nos mostra que o medo somente bloqueia nossos esforcos. 

Você certamente já se arrepiou vendo filmes de terror. E gritou dando piruetas na montanha-russa. Estranho: você estava aterrorizado, mas adorou cada segundo. Isso acontece porque em situações normais, como no cinema ou no parque, a parte avançada do cérebro permanece no comando. Você se diverte porque mantém o controle. O seu instinto de medo é ativado, mas a consciência sabe que não se trata de um perigo real. Então acontece uma descarga de adrenalina acompanhada de dopamina - neurotransmissor associado ao prazer. E você sente aquele gostoso friozinho na barriga.

Mas, em situações de perigo real, como um assalto, isso não acontece. A amígdala passa por cima de todo o resto e impõe um temor incontrolável. Quando alguém desenvolve medo crônico, fobias ou transtorno de estresse pós-traumático, situações cada vez mais comuns no mundo moderno, a amígdala fica disparando o tempo inteiro. "Por isso, a pessoa apresenta grande ansiedade no dia a dia", explica o neurocientista Raül Andero, da Universidade Emory. Já estão sendo criados medicamentos que podem aliviar ou suprimir o medo (mais sobre isso daqui a pouco), mas, na maioria dos casos, a principal solução é terapia. Não só a terapia feita em consultório. Há coisas que você mesmo pode fazer.

A principal delas se chama terapia cognitivo-comportamental (TCC). Ela nos ensina a mudar os pensamentos ruins que ficam estimulando a amígdala e gerando ansiedade. "A forma como pensamos influencia a maneira como sentimos. Portanto, mudar o modo como pensamos pode mudar como nos sentimos", resume o psiquiatra Aaron T. Beck, pai da TCC, no livro The Anxiety and Worry Workbook ("O Manual da Ansiedade e da Preocupação", inédito no Brasil). Se antes da entrevista de emprego você pensa "Não tenho ideia do que dizer; eles acharão que sou um idiota", vai se sentir tenso e ansioso. Mas se em vez disso você pensar "Estou bem preparado para a entrevista e vou causar uma boa impressão", ficará mais calmo e confiante. Pode parecer banal, mas funciona. Tem efeitos neurologicamente comprovados.
A exposição gradual da pessoa ao objeto ameaçador também ajuda a superá-lo. A neurologista Katherina Hauner, da Universidade Northwestern, utilizou essa técnica - que se chama dessensibilização - para tratar fobia de aranhas. Ela monitorou o cérebro de pessoas que tinham muito medo e não conseguiam nem olhar para os aracnídeos. Esses voluntários foram sendo expostos às aranhas, aos pouquinhos, sem ultrapassar o limite de cada um. Ao fim do processo, a maioria conseguiu se aproximar e até tocar nas aranhas. Seus cérebros tinham mudado fisicamente. "A terapia mudou a rede de neurônios ligados ao medo, e reorganizou a resposta do cérebro ao objeto ou à situação temida", concluiu Katherina.

Em seu novo estudo, publicado no final de 2013, ela foi além: mostrou, pela primeira vez, que é possível apagar medos enquanto uma pessoa dorme. Numa experiência meio cruel, que lembra aquelas feitas em ratos, a cientista condicionou um grupo de voluntários humanos a ter medo de certo rosto. Quando eles viam esse rosto, eram expostos a um cheiro específico e levavam um choque elétrico. Em pouco tempo, aconteceu o óbvio: as pessoas associaram o choque aos dois sinais (o rosto e o cheiro), e passaram a ter medo deles. Aí, Hauner resolveu tentar algo revolucionário: apagar o medo. Deixou que os participantes dormissem, e os expôs àquele mesmo cheiro, para que eles evocassem a memória ruim. A diferença é que, agora, não aplicou choques. Deu certo. As pessoas deixaram de ter medo do cheiro - apenas o medo do rosto persistiu.

A técnica de apagar medos durante o sono é experimental, ainda não existe fora dos laboratórios de pesquisa. Mas é possível conseguir o mesmo efeito com um procedimento bem conhecido: a hipnose. "Vivemos tão condicionados no dia a dia que usamos nossa mente de forma muito limitada. Em geral, não comemos quando temos fome, e sim quando está na hora de comer", diz o psiquiatra italiano Leonard Verea, especialista em hipnose. "A hipnose auxilia a pessoa a estimular a própria mente, para sair da acomodação e ultrapassar obstáculos."

Segundo Verea, o medo é a dificuldade de lidar com uma coisa desconhecida. Isso pode gerar tensão suficiente para ultrapassar os limites da pessoa e fazer com que ela entre numa espécie de curto-circuito mental. Quem tem ataques de pânico, por exemplo, perde a capacidade de imaginar situações. "E quanto menos ela consegue imaginar, maior a sua ansiedade e menores os seus limites de tolerância frente à situação", diz ele. "A hipnose ajuda o indivíduo a imaginar que pode sair disso e viver com tranquilidade. Ele sai do pânico aproveitando seus próprios recursos, conscientes e inconscientes."
A psicanálise e diversas outras terapias também têm se mostrado eficientes para lidar com o medo e a ansiedade. O sucesso não depende da linha terapêutica em si, até porque tudo depende da relação entre o terapeuta e o paciente. Mas existe uma condição básica para que uma terapia dê certo. "O bom atendimento é aquele que não se limita a combater os sintomas. É o que procura entender a causa do problema no cotidiano de cada pessoa", diz o psicólogo Luís Fernando Saraiva. Faz sentido: você pode tomar calmantes para dormir. Mas se não entender o que está tirando seu sono, pouco adianta.

A maioria de nós passa por algum trauma na vida - assalto, sequestro, acidente, desastre natural, abuso ou a perda repentina de alguém querido. E cerca de 10% dos que vivem um trauma (até 14% no caso das mulheres) vão desenvolver o chamado transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Eles revivem a cena em pesadelos e flashbacks aterradores. Sentem tanto medo que chegam a se isolar do convívio social. Muitos conseguem se curar total ou parcialmente com terapia. Mas algumas pessoas nunca se recuperam. Nesses casos, a grande promessa são os estudos voltados à prevenção do medo. Eles buscam evitar que a emoção negativa seja gravada no cérebro. Fazendo pesquisas em ratos, cientistas descobriram que injeções de substâncias como cortisol reduzem a chance de sofrer os transtornos. Cortisol é o hormônio do estresse. Quanto mais estresse você tem, mais a memória é fixada. No entanto, por um motivo que ainda não é bem compreendido, tomar uma grande dose de cortisol reduz a fixação do trauma.

"Daqui a cinco ou dez anos, tomaremos um comprimido após experiências ruins. E isso reduzirá drasticamente a possibilidade de desenvolver um trauma", diz Andero. O remédio terá preço acessível, como a pílula do dia seguinte (usada para bloquear o desenvolvimento de gravidez), e você poderá comprá-lo na farmácia após uma situação ruim, como um assalto. Os sintomas do trauma não se fixarão na memória e você terá mais chances de seguir sua vida normal. "Como o medo é um fenômeno complexo, não dá para preveni-lo atuando num só receptor do cérebro. Por isso, haverá dois ou três fármacos na mesma pílula", acredita o pesquisador.
A ideia da pílula do medo não é eliminar a memória do acontecimento, e sim as emoções negativas associadas a ele. Você se lembraria do assalto, mas sem trauma. Como todo medicamento, claro, o perigo é o uso indiscriminado. Imagine um mundo onde ninguém tivesse medo de nada, nunca. Ele poderia evoluir de modo imprevisível, com explosões de violência e ondas de solidão. "Faz parte da vida sentir medo e ficar ansioso. O que temos que avaliar é o limite, ou seja, quando essas sensações se tornam insuportáveis. Aí sim merecem intervenção", diz Saraiva. Para ele, a sociedade nunca teve tão pouca tolerância a emoções negativas. Terminou o namoro? Tem que estar bem no dia seguinte. A mãe morreu? Precisa levantar o astral. "Frente a qualquer sensação ruim, as pessoas já procuram tratamento, como se não pudessem sentir o que sentem", diz. Nunca sentimos tanto medo - e, pior, nunca tivemos tanto medo dessa sensação. Talvez a chave do problema, e sua grande solução, morem justamente aí. Perder o medo do medo. (Fonte: Superinteressante)

3 - Manter o Foco

Manter o foco naquilo que se quer alcançar é parte importante do processo de realização de sonhos. Se você tem um objetivo bem definido, com certeza não desviara seu caminho. 

A minha dica e: trace as suas metas, escreva-as, mesmo que for em um pedacinho de papel, assim você visualiza melhor. Feito isso, comece a pensar e ter ideias de como alcançar suas metas da melhor forma. Talvez você va ter que rever seus planos mais de 1 ou 2 vezes, mas não tem problema, desde que você mantenha o foco naquilo que quer alcançar.

Espero que vocês tenham gostado!
Se quiserem mais posts assim, me avisem! =D

Beijos